CAFÉ DE ESPECIALIDADE TORRADO EM LISBOA DESDE 2014
Somos uma marca portuguesa de café de especialidade que seleciona, prova e torra cafés 100% arábica para consumidores, empresas e profissionais que procuram qualidade, transparência e experiência de tendências de mercado.
Há mais de uma década que trabalhamos para aproximar mais pessoas de cafés excecionais, respeitando sempre a origem, os produtores e o potencial único de cada lote. Viajamos para os principais países e procuramos conhecer de perto e estabelecer relação com as fazendas com que trabalhamos, além de aprofundar e atualizar todo o conhecimento que fomos adquirindo ao longo dos anos.
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SOBRE
NÓS -
A Sargento Martinho nasceu ao desafiar uma convicção profundamente enraizada na cultura portuguesa: a ideia de que em Portugal se bebe o melhor café. Num país onde o café faz parte do quotidiano, quisemos perceber porque é que tão poucas pessoas conheciam a diversidade de origens, sabores e experiências que o café de especialidade pode oferecer.Acreditamos que cada café conta uma história própria, construída pena origem, variedade, processamento e por todas as pessoas que o acompanham em todo o processo.
Desde a nossa fundação, procuramos selecionar cafés que expressem claramente essas características, oferencenso experiêcias autênticas e consistentes, tanto a consumidores como a profissionais.
Nossa Missão
Promover o consumo de café de
especialidade, através de uma maior
consciencialização, acessibilidade e
valorização de experiências de café
mais profundas.
Nossa Visão
Enriquecer a vida dos
consumidores através de
experiências mais significativas,
proporcionadas pelo prazer de um
café excecional.
"Café de Especialidade é café, só isso, café. Apenas é café muito bom.."
— A Sargento Martinho
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GARANTIA DE
QUALIDADE -
A maioria dos cafés disponíveis nos supermercados diferencia-se mais pela embalagem do que pela informação que fornece ao consumidor. Apesar de o café ser um dos produtos agrícolas mais consumidos no mundo, raramente encontramos dados essenciais sobre a sua origem, o produtor, a variedade, o método de processamento, a data de torra ou o impacto ambiental da sua produção.
Na A Sargento Martinho acreditamos que a transparência é informação. Tal como procuramos conhecer a origem dos produtos que pomos na mesa, acreditamos que também devemos saber de onde vem o café que bebemos, quem o cultivou e como foi produzido.
A rastreabilidade, a frescura, a qualidade e a sustentabilidade não devem ser exceções, mas sim critérios fundamentais na escolha de qualquer café. É por isso que procuramos disponibilizar informação clara sobre cada lote, permitindo uma ligação mais próxima entre o consumidor, a origem e os produtores que estão por detrás de cada chávena.
QUEM SÃO OS NOSSOS CLIENTES?
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CONSUMIDORES E PROFISSIONAIS
Pessoas que procuram café de melhor qualidade em casa, baristas, profissionais de café e coffee shops.
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HOTELARIA E RESTAURAÇÃO
Negócios que procuram oferecer café de especialidade como parte da sua proposta de valor.
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ESCRITÓRIOS
Empresas que valorizam uma experiência de café superior para as suas equipas e clientes.
O ROMANCE HISTÓRICO D'A SARGENTO
A Sargento Martinho é inspirada numa mulher que nos anos 60 fez parte do grupo pioneiro das enfermeiras pára-quedistas, as primeiras mulheres militares Portuguesas, que voaram para saltar sobre África em missões arriscadas de busca e salvamento.
Quando a guerra terminou as enfermeiras pára-quedistas foram reconhecidas como corajosas na missão e também foram importantíssimas para a emancipação das mulheres em Portugal. Foram também ordenadas que regressassem a Portugal.
Se por um lado a Sargento Martinho tinha saudades do seu país, o seu coração nesta altura já pertencia a África e por mais feliz que estivessem as suas camaradas, ela tinha um peso no peito de tristeza por ter de abandonar aquilo que se tinha tornado a sua terra nos últimos anos. Enquanto as suas camaradas faziam as malas e contavam as horas para regressar a Lisboa, ela contemplava a floresta densa e imaginava como lhe seria difícil sair dali. Lembrou-se de como os seus pais a tinham condenado por se ter tornado militar e de como ela se sentiu mal com a vergonha deles pela sua decisão. Lembrou-se também das amizades e ligações fortes que tinha construído em África, que teria de abandonar e nunca mais voltar a ver assim que embarcasse no avião de regresso a casa…
No dia de partida, a caminho do avião, as lágrimas escorriam-lhe pela cara abaixo, já com saudades dos que deixava para trás. As camaradas abraçavam-na e diziam que tudo ia correr pelo melhor e mal chegasse a Lisboa que tudo ficaria bem. Mas em tom de desprezo por aquelas lágrimas, uma das camaradas pergunta-lhe: “Se gostas tanto deles porque não ficas?”. E o que era para ser uma pergunta para a chamar de volta à realidade, soou como a solução que a Sargento Martinho precisava de ouvir. Um sorriso de perspicácia rasgou-lhe a cara e gritou alto e inesperadamente: “Parem o carro!”.
A Sargento Martinho já tinha passado por cima daquela Fazenda de café selvagem abandonada muitas vezes de helicóptero quando ia em missões de salvamento. Era uma encosta gigante, um inferno verde de tantas árvores e onde a maioria eram de café. Sentia um ar fresco de esperança a passar-lhe pelo rosto. Sabia que tinha tomado a decisão certa em ficar em África. Tinha pegado nas suas poupanças e comprado aquela extensa montanha.
Com o tempo, muita dedicação e com a ajuda de muitos amigos, aquela pequena parte da selva foi
dominada e a Fazenda foi recuperada. E lentamente foi-se criando uma pequena comunidade apoiada pela cultura do café selvagem…