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Rodolfo Garcia

July 25, 2019 - by gbduarte
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O seu agricultor de café

O Rodolfo e a Reina são os orgulhosos proprietários da fazenda La Pila.
basicamente o Rodolfo trabalhou com café a vida toda. Quando era jovem costumava trabalhar na apanha de café para ganhar dinheiro. E quando fez 25 anos herdou um pedaço de terra do seu pai para que pudesse começar o seu próprio negocio agriculta. Aos poucos conseguiu aumentar a produção da fazenda e investiu num segundo terreno.

O Rodolfo trabalhava continuamente para melhorar as práticas na fazenda para continuar a aprender e inovar. No futuro planeia fazer uma análise de solo na fazenda para optimizar os sistemas de raízes e fertilizar as plantas com a nutrição mais adequada. Planeia também continuar a investir na área do processamento do café.

O entusiasmo de Rodolfo é tão contagiante que os vizinhos quiseram juntar-se a ele. então , na ultima colheita, o Rodolfo coordenou a colheita da sua fazenda La Pila e das fazendas dos seus vizinhos também.

E o resultado dessa colaboração é este lote maravilhoso

Café comprado diretamente do produtor 19,95€/Kg

Heleanna Georgalis

July 25, 2019 - by gbduarte
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A sua produtora de café

Este café é produzido na região de Sidamo, 400 km a sul de Addis Ababa, sob o olhar atento do grupo Molaco. Este café é produzido a grande elevação (entre 1,500 e 2,000 metros ) em solo vulcânico fértil, que confere aos grãos o seu caráter, e encontra-se normalmente rodeado de outras plantações também destinadas ao consumo humano. As cerejas do café são colhidas manualmente por agricultores independentes na montanha Kokosa e posteriormente secas em camas elevadas Africanas para garantir uma óptima ventilação.

O grupo Moplaco é gerido há cerca de dez anos por Heleanna Georgalis, uma mulher com um passado singular cuja força e carácter é sem dúvida refletido no café que produz.
Heleanna nasceu em Dire Dawa na Etiópia e é filha dum pai Grego e duma mãe Franco-Grega. A sua família trabalha com café na Etiópia desde que o seu pais se juntou ao seu tio em 1950, também ele um agricultor de café.
Quando Heleanna fez 6 anos a revolução comunista forçou a sua família a desertar o país, primeiro de Dire Dawa para Addis Ababa de helicóptero, e posteriormente para a Grécia. Heleanna recorda vivamente este período, lembra-se também dos seus pais tentarem protege-la do caos à sua volta simulando que estavam a viver uma grande aventura. Após passar 10 anos na Grécia e algum tempo em Inglaterra emigra para França para estudar medicina mas no segundo ano do curso decide que este não era o rumo que queria seguir e o seu carácter forte fê-la regressar a Inglaterra, onde termina um mestrado em Lei Comercial e Económica. É aqui onde conhece seu esposo Elias. Posteriormente passou 8 anos a trabalhar no ramo financeiro na Bélgica e Alemanha, seguindo dum MBA em Espanha, onde ficou a trabalhar por uns anos. Em 2008, com o falecimento do seu pai é chamada a retornar à Etiópia e apesar de tencionar permanecer apenas por uns meses em Addis Ababa, o tempo que demorou a tratar dos assuntos familiares fê-la por lá permanecer já faz 10 anos onde tem gerido muito eficientemente o grupo Molaco, fundado pelo seu pai.
Heleanna é uma mulher extremamente entusiástica, levada por um desejo de atingir níveis de excelência e perpetuar  a sua herança familiar.

Café comprado diretamente do produtor por 20,95€/Kg

Mesfin Dabessa

July 24, 2019 - by gbduarte
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O seu produtor de café

A região de Jimma tem a reoutação de ser o berço do café Arábica. Este café Limmu é um café lavado da região de Jimma. O distrito de Limmu Kossa é famoso pela produção de café e há muitas plantações na floresta. Yidnekachew Dabessa Chalchissa é o dono por detrás da Fazenda Chalchissa, uma plantação de café florestal com certificação biológica.

As árvores nesta plantação não sao usadas apenas como sombra, elas também desempenham um papel num sistema agro-florestal que oferece inúmeros benefícios:
–  do ponto de vista agronómico, as arvores ajudam a combater a erosão do solo e oferecem maior resistência ao calor porque a chuva desagua no lençol freático;
economicamente, dentro das florestas de café produz-se recursos complementares como mel, gengibre e lenha;
finalmente, a agrofloresta é uma otima maneira de preservar a biodiversidade. As áreas bem preservadas têm em media 10 a 15 espécies de árvores diferentes por floresta de café, o que ajuda a preservar a biodiversidade.

É certamente o rendimento da produção de café que torna possível este modelo agroflorestal, A produção de café é uma fonte de apoio financeiro para essas florestas e um meio de garantir a preservação do ecossistema diversificado, que é rico em fauna e flora. Chalchissa não só possui uma variedade generosa de solos e especies de árvores, mas também respeita uma ética ambiental exigente; o trabalho é realizado á mão, sem nenhum produto químico.

Café comprado diretamente  ao produtor 19,95€/Kg

Sam & Epiphanie Mukashyaka,

July 24, 2019 - by gbduarte
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Os seus produtores de café

Na republica do Ruanda, ainda que seja um país pequeno, existem cerca de 430 mil famílias produtoras de café, cada com cerca de 300 árvores de café em média. Portanto o café resultante do esforço de muitos, duma comunidade.
A Estação de processamento Remera é uma de duas da Buf Cafe, a empresa de Epiphanie Mukashyaha, uma Superstar no café de especialidade global, que é tida como um exemplo em África pelas suas para com os pequenos produtores e pelo país, conseguindo aumentar  a produção e a qualidade do café final, É notório terem ganho 10 das últimas 8 competições de café Cup of Excellence.
Este café +e especial pelo seu processo de secagem, por ser seco a sombra, permitindo que seque lentamente por um período de 4 a 5 semanas invés das 2 a 3 caso fosse seco ao sol. Isto melhora a consequencial da humidade no grão e nota-se na chávena.

Epiphanie nasceu em 1959. Em 1994 durante o genocídio que roubou a vida a 800 000 pessoas em apenas 3 meses, ficou viuvá no genocídio mas que não escolheu abandonar a pequena plantação de café da sua família. Invés disso dedicou-se a reconstruir e desenvolver o seu negocio com a comunidade local. Em 2003 estabelece a Buf Café, e cria a Estação de Processamento de cafés de Remera com empréstimo do Banco de Desenvolvimento da República do Ruanda.
Hoje tem seu filho Sam que toma conta das operações da Buf Café.

A Buf Café tem como missão satisfazer os seus clientes enquanto melhora a qualidade de vida das pequenas famílias agriculas de café.
E tem com valoeres a equidade, qualidade, eficiência e sustentabilidade.

Café comprado diretamente ao produtor 18,95€/Kg

História de Edio Miranda

July 23, 2019 - by gbduarte
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A historia começa em 1947 quando o Sr. Edio Miranda e sua esposa Sr. Maria Aparecida Milagues Mirranda adquirem um terreno abandonado e coberto de ervas daninhas. Após muita dedicação, hoje, a fazenda (Sítio) esta novamente  cuidada e serve como fonte de sustento à família como também de laser, visto que se encontra dentro do Parque Estadual da serra do Brigadeiro e é banhada  por diversas cascatas, com uma vista privilegiada sobre as montanhas de minas.

A produção do café no Sítio já faz anos mas só a cerca de 15 anos, com a compra de uma pequena pequena maquina de processamento de café, é que descobriram o verdadeiro potencial dos seus cafés. Desde então começaram a focar-se na qualidade e naturalmente a ganhar prémios em concursos de cafés. Hoje contam com a ajuda dos filhos e todos juntos gerem o Sítio.
O Sítio tem terreno íngreme, o que obriga que toda colheita seja feita manualmente.

A região é extremamente privilegiada, com elevação e clima favorável à produção de café de qualidade e por isso o café chega-nos  da fazenda com uma qualidade excepcional. E para tal é fundamental haver equilíbrio entre a produção e o meio ambiente. É tomada em consideração a degradação da terra, a preservação das espécies e a proteção das nascentes.
O desafio é encontrar uma fórmula de manter a propriedade sustentável, não não somente na área financeira, mas também na social e ambiental.

Café comprado diretamente ao produtor por 18,55€/Kg

Historia de Alexandre Emerich

July 23, 2019 - by gbduarte
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A história começa em Junho e Julho, quando se dá a da fruta do café no Brasil, numa altura em que temos as temperaturas mais frias e que em conjunto com a falta de chuva dessa época  faz com que a planta entre em um estado de transe. ela acredita que vai morrer por causa do frio e da sede e por isso tenta por tudo proteger a sua vida! e aí numa suplica pela eternidade, ela envia tudo que pode para o fruto, e abençoa-nos assim com uma fruta doce, muito doce…

O Sítio de bela vista fica em Alto Jequitibá, nas montanhas da serra do caporaó em Minas Gerais.
Alexandre Emerich, nasceu no Rio de Janeiro e aos 18 anos, fazendo caminho inverso do pai, imigrou para o campo, comprando um pedaço de terra que mais ninguém queria, para começar a trabalhá-la e a plantar café, aliada à sua longa experiência e paixão pelo café, direcinou-o há 5 anos atrás para o cultivo de cafés especiais.

Aqui pratica-se agricultura sustentável e reconhecida, com os:
Certificado de origem das Matas de Minas e do Caparaó; 4C ( leis sociais e ambientais ); e Certifica Minas ( sustentabilidade e responsabilidade com a produção); e certificado UTZ – Rainfor-est-Alliance.

Café  comprado diretamente ao produtor. 17,95€/Kg